Como todos que conhecem um pouco da relação literatura/cinema sabem, filmes inspirados em livros sempre costumam impulsionar a venda das obras literárias que o inspiraram. E seguindo esta regra mais do que natural está o crescimento em vendas do livro Os Homens que não Amavam As Mulheres; primeiro volume da saga Millennium de Stieg Larsson.
O livro lançado em 2008 voltou a fazer sucesso, nessa semana ocupou a 7ª posição na lista de mais vendidos da Veja, graças ao recém-lançado filme homônimo que tem sido bem aceito pela crítica.
Eu assisti o filme e realmente gostei. Tem um bom roteiro e atuações competentes. Agora as quase três horas da história, que é um pouco lenta, exigem disposição de quem vai assistir.
Os Homens que não Amavam as Mulheres é um romance investigativo centrado no jornalista Mikael Blomkvist e na misteriosa investigadora e hacker Lisbeth Salander. Juntos, ambos vão tentar descobrir os motivos da morte aparente da sobrinha de um ex-industrial. Na trama, percebem que os crimes são cometidos por um assassino de mulheres, esse que acaba dando título ao livro. Aí você pergunta; "mas não são homens no plural?" Isso você terá de descobrir durante a leitura (ou num resumo qualquer pela internet).
Mas a obra também tem o componente dos dramas individuais. Enquanto Mikael está sendo considerado culpado por crime de difamação, Lisbeth tem que lidar com os problemas a respeito de sua guarda já que ela é considerada do ponto de vista da justiça como mentalmente desequilibrada.
Leia trecho inicial de Os Homens que não Amava As Mulheres (que compreende prólogo e primeiro capítulo) clicando aqui. O livro é publicado no Brasil pela editora Companhia das Letras.
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